Bem vindo à minha ficção III: a moça vazia

23 07 2013

Como já falei aqui outras vezes, às vezes me arrisco no campo da ficção pura e simples.

Eis algo do tipo, com um tema sobre o qual gosto de inventar (ou não) minhas histórias: o amor que acaba um dia e deixa um rastro de dor, despeito, vertigem e falta de ar atrás. Não me olhe assim, acontece com todo mundo e com você também – se já não aconteceu, um dia vai, acredite. Aproveite a leitura para estar preparado.

Esses dias sem ele

"Corações acidentais de primavera", do blog Diário Irregular, de Ângela Correia

“Corações acidentais de primavera”, do blog Diário Irregular, de Ângela Correia

Aquela minha bela amiga com cabelos esvoaçantes acabou de postar na internet uma foto dela junto com o namorado, na praia, tendo como legenda uma declaraçãozinha de amor – feita por ele, frise-se. Continue lendo »





De pérolas e pessoas

28 02 2013
“Pérolas são feridas curadas.”

Achei essa frase tão simples e tão linda.

Eu a vi lendo um texto sobre como as pérolas se formam (veja aqui) e fiquei pensando nela. Li, reli e li de novo e achei que realmente as coisas são assim mesmo.

Retirado de Diário de Biologia

Nunca fui muito crente nessa filosofia de que o sofrimento nos faz melhores. Mais fortes sim, nunca duvidei – mas melhores? Eu achava estranho, mas essas coisas que acontecem na vida me mostraram que é assim mesmo. Continue lendo »





Bem vindo à minha ficção II: perna quebrada e cabeça vazia

11 12 2012

Sabe o ditado “cabeça vazia, oficina do diabo”? Pois é. Eu detesto ficar sem ter o que fazer, porque sou capaz de divagar profundamente por coisas totalmente inúteis e nocivas. Sim, eu confesso. Estive de férias por 30 torturantes dias e ganhei mais 12 por recomendações médicas. Tive muito tempo para evitar que minha cabeça virasse “oficina do diabo” e, pensando nisso, resolvi escrever a respeito.

Também escrevi pensando, novamente, nisso de assumirmos nossos sentimentos e sermos honestos até mesmo quando temos sentimentos considerados negativos. “Considerados”, porque aprendi que toda coisa negativa traz uma positiva, não é só papo de auto-ajuda.

Sem mais delongas (sempre quis usar essa expressão), essa é a estória de uma moça que estava com raiva e estava obrigada a Continue lendo »








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