Reclama, reclama sim

6 07 2016

Lidar com serviços de atendimento ao consumidor de qualquer coisa é algo que realmente não gosto.

Não gosto porque eu sei que, sempre que eu precisar de um desses serviços, vou passar por um longo caminho pensado para me fazer desistir da empreitada. E isso é proposital, não se engane – não adiantam leis, decretos, PROCON, nada. As empresas sempre darão um jeitinho de, malandramente, dificultar o seu contato com eles.

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Slide: Cláudia Ferreira / EBI Arrifes

Eu sempre soube disso, mas nunca consegui engolir. Talvez pela minha postura pessoal com os outros, mas nunca entendi porque quem te presta um serviço prefere enrolar para resolver seu problema ao invés de ir direto ao ponto para que todos terminem o dia mais felizes. Oh, sim, é claro, já temos algumas empresas de vanguarda que até mandam bilhetinhos escritos à mão para o cliente e interagem com ele pelo WhatsApp brincando e comentando séries, mas são a minoria (e elas podem muito bem estar te chamando de “miga” para te enrolar também) – o mais comum ainda é passar raiva.

 

Vou usar três exemplos, meus, que mostram isso. Mas qualquer um pode se reconhecer neles: Continue lendo »





Não seja o mais f*dido e nem o mais foda

20 12 2013
Quem dera fosse Banco Imobiliário... quem dera!

Quem dera fosse Banco Imobiliário… quem dera!

As pessoas jogam jogos. O tempo todo. E eu não estou falando do War, Perfil, Banco Imobiliário, Imagem & Ação ou Jogo da Vida, mas sim desses joguinhos chatos que nos fazem perder a fé uns nos outros, ter preguiça de dar chance a alguém novo ou preferir fingir que o celular tocou a continuar aquela conversa.

Mas tem um desses jogos que, na minha opinião, é um dos mais chatos e mais jogados por aí: o Jogo do Mais F*dido.

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O melhor presente para a mãe

10 05 2013

Dia das mães está aí, né. Já é neste domingo.

Estou vendo as lojas com dezenas de liquidações, desde roupas, jóias e viagens até os velhos clichês de panelas e máquinas de lavar para presentear a mãe no dia dela. Também tenho visto filhos entre o desespero por não ter grana e a resignação por não ter ideia de nada diferente para presentear.

Também sempre tem as flores, os bombons, os colares de macarrão e bolinhas de argila (eu tenho um!). Pois eu, pensando na minha experiência como filha e agora como mãe, comecei a pensar no que seria um bom presente. Pensei Continue lendo »








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