Pedal na Bahia: uma cicloviagem de 12 dias

16 01 2017

Confira todas as partes:

Viajar de bike é sempre uma festa: as pessoas acenam, te param, perguntam, elogiam, falam “nó!”, “uau!”, “vocês são doidos” toda hora, quem também é ciclista se reconhece e vem trocar ideia, e a curiosidade sobre a bicicleta forma laços momentâneos que tornam tudo muito leve. Sempre fico com a impressão de que plantamos ali uma semente que pode germinar num novo ciclista.

Assim, minha virada de 2016 pra 2017 foi ocupada por uma cicloviagem pelo litoral baiano entre 26/12 e 07/01 que serviu pra passear, exercitar, conhecer as praias por um ponto de vista totalmente novo e, lógico, espantar todas as más energias que aquele ano deixou. Vá de retro! Leia o resto deste post »





Pedal na Bahia: Ilhéus a Itacaré

16 01 2017

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Trajeto e altimetria - via Strava

Trajeto e altimetria – via Strava

Depois de 18 horas de ônibus desembarcamos em Ilhéus, de onde parte a cicloviagem. Como a ideia é só pernoitar lá (na versão dessa viagem com deslocamento de carro, ele fica guardado na cidade e depois pega-se um ônibus de volta para buscá-lo), não fizemos muita coisa, só queríamos mesmo tomar um banho e esticar o corpo, já que chegamos no meio da tarde e o calor estava infernal no trajeto da rodoviária ao hotel. Leia o resto deste post »





Pedal na Bahia: Itacaré a Barra Grande

16 01 2017

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Mapa e altimetria - via Strava

Mapa e altimetria – via Strava

Partindo pela península de Maraú, cerca de 50 quilômetros de um caminho muito tranquilo e com altimetria zero (sério, pode olhar no mapa) separam Itacaré de Barra Grande. O trecho final, cerca de 20 quilômetros, é de estrada de terra e areia fofa, mas quando passamos estava firme, totalmente “pedalável”. A parte de praia é toda muito bonita e toda hora dá aquela vontade de encostar a bike na sombra de um coqueiro e entrar no mar. O dia estava ensolarado e perfeito pra isso, mas os horários da maré não permitiam gracinhas.

Tem travessia de rio carregando a bike? Tem sim sinhô! (Mas são todos rasinhos na maré baixa, preocupa não)

Tem travessia de rio carregando a bike? Tem sim sinhô!
(Mas são todos rasinhos na maré baixa, preocupa não)

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Pedal na Bahia: Barra Grande a Boipeba

16 01 2017

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Mapa e altimetria - via Strava

Mapa e altimetria – via Strava

O primeiro dia de 2017 nos achou pedalando já cedo rumo ao píer de Barra Grande, famoso pela vista do pôr do sol na praia, para cumprirmos a segunda metade da viagem. Esse foi um dia de muitas aventuras, então senta que lá vem textão.

A faixa de areia ainda estava curta, mas deu pra começar a pedalar assim mesmo

A faixa de areia ainda estava curta, mas deu pra começar a pedalar assim mesmo

Atravessamos com a lancha para Barra de Serinhanhém (quase nove quilômetros, é a mais cara), que ainda curtia a ressaca da festa de réveillon. O plano era achar a padaria, tomar o café da manhã e enrolar por lá até a maré chegar no seu ponto mais baixo e podermos pedalar. Acontece que a padaria não abriu e nosso café foram rosquinhas e uma garrafa de suco mesmo. Sem muito mais o que fazer, fomos para a praia e vimos que a areia estava firme o suficiente mesmo com a maré alta, então começamos já o pedal. Esse trecho de praia tem 20 quilômetros e foi legal ver as pessoas começando o ano com disposição e fazendo suas caminhadas já cedo – velhos, crianças, e até uns golfinhos deram as caras no mar. Por outro lado, os carros usam a praia também, então você precisa estar atento ao “trânsito”. Leia o resto deste post »





Pedal na Bahia: Boipeba a Morro de São Paulo

16 01 2017

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Mapa e altimetria - via Strava

Mapa e altimetria – via Strava

Almoço paradisíaco em Pratigi

Almoço paradisíaco em Pratigi

Nosso último dia de pedal teve 26 quilômetros também com altimetria praticamente zero e passou pela linda praia de Pratigi, onde paramos para almoçar. O menu? Moqueca, lógico. Camarão aqui no sudeste é um luxo caro demais para eu deixar de comer barato quando tenho oportunidade, hahaha.

Logo depois do pedal pela praia encaramos outra trilha pelo meio do mato, mas essa é velha conhecida de todos, bem demarcada e frequentada por cavalos, pedestres e quadriciclos. A diferença para a primeira é que ela tem mais areia, então em muitas partes você vai ter que empurrar. Ao fim dessa trilha, você já chega na praia seguinte à 4ª praia, e a partir daí é só seguir a areia, tomando cuidado com os banhistas, que vão aumentando gradativamente até a vila. Leia o resto deste post »





Pedal na Bahia: Bônus – embalando a bike no avião

16 01 2017

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Embarcar uma bicicleta para viajar é um saco. Não importa o quão maravilhosa seja a viagem, a lembrança das horas de embarcar a bike já me desanima. Aqui faço um desabafo: É UM SACO TRANSPORTAR BICICLETAS EM ÔNIBUS, AVIÕES E AFINS, MELDELS. É muita desinformação, má-vontade e má-fé das empresas junto, ninguém merece. Passou da hora delas entenderem que PESSOAS VIAJAM DE BIKE e que muitas vezes ela não é bagagem, mas O MEIO DE TRANSPORTE do passageiro, p*rra. Leia o resto deste post »








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