E esses espaços todos?

20 07 2014

Semana passada completei um mês morando sozinha. E, ao contrário do que muitos apostaram (rá!), não, eu não morri de fome; não, eu não fico levando minha roupa para a minha mãe lavar; não, minha casa não virou um chiqueiro; não, a minha geladeira não tem só água, ovo e cerveja; não, minha casa não virou um “abatedouro” nem um Q.G de festas.

Nada disso. A vida segue como sempre e eu sigo reparando detalhes engraçados, que você não percebe na vida em família. Como a questão dos espaços.

Como eu disse daquela vez, “o apartamento é grande o suficiente para ter cara de casa própria, mas pequeno o necessário para me fazer sentir aconchegada” – mas, ainda assim, estranho a quantidade de lugares vazios, sem nada neles. E sem precisar necessariamente ter alguma coisa neles. Continue lendo »





O arroz é o sinal

5 07 2014

Depois de muito planejar, enrolar, adiar, desistir e retomar, finalmente vim morar sozinha.

Cheguei aqui depois de muita pesquisa e de muito esperar. E enfim achei! O apartamento é grande o suficiente para ter cara de casa própria, mas pequeno o necessário para me fazer sentir aconchegada; está rodeado por linhas de ônibus para praticamente toda a cidade e agora não levo mais que meia hora para chegar ao trabalho; está exatamente na metade do prédio, o que me dá uma boa vista e um isolamento razoável do som da rua; está perto de muitos comércios e das casas das pessoas que me importam – e ainda por cima Continue lendo »








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