You can be anything sim

13 12 2018

Ouça a Kennedy!

Kennedy é uma boneca Barbie da série Made To Move que enfeita minha mesa de trabalho. Sempre sorridente, ela segura uma plaquinha que diz “You can be anything” e ler isso na mãozinha dela me anima dia após dia.

Hoje a plaquinha da Kennedy é quase banal, um discurso meio vazio que dizemos a todo mundo todo dia para fazer as pessoas se sentirem bem. Mas eu, que sou jovem há mais tempo que vocês, lembro bem quando essa frase era uma utopia: bastava ela aparecer para alguém vir estilhaçá-la com um porrete escrito “isso não vai te dar sustento” e/ou “isso é impossível”.

Todas as coisas que eu quis ser na vida foram mortas a porretadas verbais antes que eu tivesse discernimento suficiente para entender porque elas “não valiam a pena”. Cresci meio perdida nesse campo, vendo meus colegas de escola orgulhosamente dizerem que iriam ser dentistas ou advogados, enquanto eu gostava muito de escrever e desenhar (“mas você vai morrer de fome!”) e queria aprender a tocar guitarra (“isso não é coisa de menina!”). Eu não me via em nenhuma dessas carreiras que eram, em teoria, garantia de sucesso. Muitas vezes eu achava que ia ser mais uma perdida na vida mesmo.

Aí eu cresci.

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De graça? Então não quero.

22 09 2010

Não, este post não é sobre nada do que você está pensando. Ou melhor, é sim, mas só que do avesso. Assim, é sobre uma entidade carente que não quis ganhar um site novinho em folha, lindo de morrer, moderno e em integração com as redes sociais, fácil de mexer e de graça. Gratuito, for free, DE-GRÁ-TIS. Ainda por cima, o tal site seria feito por quatro profissionais da Comunicação, sendo três jornalistas e um designer, com direito a pós-graduação em Produção em Mídias Digitais em três dessas pessoas.

Estranho? Sim, mas é verdade. Foi uma dessas madrugadas em que eu estava navegando por sites de adoção de animais, especialmente gatos, que eu adoro. Eu então lembrei de uma entidade aqui de Belo Horizonte (cujo nome não vou citar, porque sou moça fina e bem educada) que eu ajudava quando era adolescente, mas há muito tempo não tinha notícias. Eles acolhiam, tratavam e doavam cães e gatos, além de prover atendimento veterinário a preços camaradas. Fui atrás do site para pegar os dados da conta no banco para fazer uma doação ou então comprar alguma coisa da lojinha, mas… cadê o site?

Tá, ele existe e a entidade também existe ainda, mas eu não chamaria aquilo de site: home confusa, cheia de gifs poluindo o visual, sem identidade, uma fonte diferente em cada link e pior: links quebrados aos montes, o que tornou impossível para mim achar as formas de doar ou a lojinha. Cliquei em vários lugares e a mesma mensagem de erro sempre aparecendo, inclusive no formulário (que formulário?) de contato. Fiquei chateada, sério – uma entidade séria daquelas, que sempre precisava de ajuda, sem presença na internet? Como assim eles não tinham um site que prestasse em pleno 2010 de Twitter e Facebook bombando no meio das ONGs?

Pensei então que minha doação para eles poderia ser um site novo, que traria mais visibilidade ao trabalho deles e, daí, mais voluntários, adotantes e doadores. Mais que isso, eu poderia, além de manter o site, cuidar da presença deles na web, quem sabe, (sendo muito pretensiosa) fazer um trabalho nos moldes do que o pessoal do Adote Um Gatinho, de São Paulo, faz: site, blog, perfis no Orkut (mais de 38 mil membros), Facebook (quase 15 mil pessoas), Twitter (cerca de 3 mil seguidores) e interação total com os internautas. Já enxergando o resultado, enviei e-mails aos colegas da graduação e da pós com a idéia e convidando quem mais quisesse participar, já que eu sozinha não saberia construir tudo – protamente atenderam os amigos Carlos Conti, Grazielle Santos e Cynthia Aguiar, já cheios de idéias.

Manteiga

"Como assim não quiseram um site novo? Tô passado."

Empolgados, discutimos algumas coisas que já poderiam ser feitas e tratei de entrar em contato com a entidade: liguei e, como o diretor não podia me atender, peguei o e-mail deles e escrevi, tratando de deixar claro como um site novo poderia ajudá-los, que a nossa iniciativa era sem custo para eles e que, se eles quisessem, teriam total autonomia para manter a ferramenta, já que o objetivo era construir algo acessível e independente. Mandei o e-mail felicíssima, mas… nada. Uma semana e nada. Duas semanas e nada. Três semanas e nada também.

Pensei que eu pudesse estar com o e-mail errado, então liguei novamente para a entidade, confirmei o e-mail, expliquei o que queria e reenviei. Nada de novo. Esperei mais e nada. Fui ao Orkut e deixei uma postagem na comunidade deles, mas nada também. Em mais uma tentativa, deixei um scrap para a dona da comunidade, mas nada também. A essa altura, todo mundo perguntando quando colocaríamos a coisa em prática, fiquei com cara de tacho e comuniquei ao pessoal que, infelizmente, ficaria para uma próxima, pois acho que eles não têm interesse em ganhar o site.

Cá entre nós, fiquei com raiva e bastante chateada. Ok que a entidade não era obrigada a aceitar nossa oferta, mas eles poderiam ao menos ter respondido aos e-mails, nos dado uma satisfação. Pessoalmente falando, eu sou muito “chatinha” com isso: se eu envio uma mensagem com uma pergunta, eu quero receber a resposta – e nós não a recebemos. Profissionalmente falando, eu acho que a entidade perdeu uma grande chance em uma onda (digamos assim) que está cada vez maior e não vai voltar, que é a presença das empresas e ONGs na internet. Diz aí: qual foi a última vez em que você folheou uma lista telefônica? Então. Se eles estivessem na internet, poderiam ter a atenção que os mineiros amantes de animais gostariam de dispensar a quem promove o bem-estar dos bichinhos – e olha que esse público cresce cada vez mais, viu? Eu mesma me incluo aí.

Para se ter uma idéia do que uma boa presença na internet pode fazer ao trabalho de uma ONG, veja o caso do já citado Adote Um Gatinho. Por meio de uma boa gestão das ferramentas online, as fundadoras da entidade conseguiram ganhar visibilidade, mais voluntários, doações, seguidores no Twitter e no Facebook e, o melhor, lares para cerca de 3 mil gatos resgatados. Isso fora as rifas, parcerias, postagens no blog, informações sobre saúde animal, posse responsável… ufa! Como eles, existem outras ONGs (a Adote Um Gato – Campinas e o Clube dos Vira-Latas também têm histórias de sucesso) que estão fazendo um trabalho tão bom quanto e ganhando seu espaço, garantindo sua sobrevivência e a continuidade de seu trabalho.

Bom, a entidade cujo nome não vou dizer não quis nosso oferecimento. Eu ainda estou meio chateada com a atitude deles e espero de coração (nossa, que expressão brega) que o silêncio deles seja uma falha nos e-mails, esquecimento,  ou, melhor, que tenham ficado ricos e não precisem mais de doações. Se não for nada disso, vou tentar relevar o caso em nome dos cães e gatos abrigados lá e manter a idéia de ajudar, mas de outra forma.





José Cleves e o jornalismo das antigas

20 05 2010

"A Justiça dos Lobos", José Cleves

Meu colega de trabalho me emprestou aquele livro do José Cleves, “A justiça dos lobos – porque a imprensa tomou o meu lugar no banco dos réus“, no qual ele narra todo o calvário pelo qual passou desde que ele foi acusado de assassinar a esposa, em dezembro de 2000, até ser absolvido totalmente da acusação (falsa, como ele provou, diga-se de passagem), em 2008.

A história eu já conhecia, pois o José Cleves deu uma palestra na faculdade, quando eu ainda era aluna. O que me chamou a atenção no livro dele foi outra coisa. Cleves era repórter policial, investigativo, fato ao qual ele atribui a perseguição da qual foi vítima por parte da polícia. Fazia matérias que denunciavam a violência em Minas, não a dos ladrões de galinha, mas a dos cachorros grandes. E, algumas páginas do livro dele há reprodução de páginas do Estado de Minas, jornal para o qual ele trabalhava, com algumas matérias dele.

O que me chamou a atenção foi que as matérias escritas por Cleves – e por outros colegas que ele cita, já não se vêem mais por aí. Denúncias das falhas do governo são realmente coisa do passado, estampadas nas páginas daquele livro. Saúde, educação, segurança… hoje em dia, tudo mascarado. No máximo um toque de leve num problema grave, talvez mais para chamar a atenção do Estado para uma coisa na qual ele deve investir e abafar.

Não falo nada dos profissionais jornalistas, porque sou jornalista e conheço vários profissionais que trabalham nos grandes jornais de Minas e sei bem que, depois que você sai da faculdade, não basta querer fazer o bem, você também tem que poder – e esse “poder” passa pela autorização do seu editor e pelo departamento comercial do veículo. Isso fora o fator “amor ao seu emprego”, que normalmente é usado como argumento com os mais topetudos.

É uma pena. Não é fácil calar todo aquele idealismo que a gente vai acalentando nos quatro anos de faculdade, não. E te afirmo que é impossível não fazer isso, porque não conheço quem entre no Jornalismo para ganhar dinheiro; quem entra é porque gosta mesmo, porque acha que pode contribuir para algo maior no dia-a-dia. Quem escolhe esse curso em busca do din-din não dura nem um semestre, porque no Jornalismo, retorno em dinheiro é coisa para poucos. Para a maioria, ainda é o retorno em satisfação de dever cumprido que conta.

O tempo vai amansando a gente, vai amornando o sangue quente do “tudo para levar a informação ao público”, mas não é capaz de apagar a vontade de fazer o certo, o que deveria ser feito. Para tentar amenizar isso, criamos blogs e perfis fakes nas redes sociais, ecrevemos anonimamente em portas e paredes, criamos contas falsas de e-mails. Em algum lugar a informação chega.

*P.S.: Eu penso na greve dos professores estaduais, classe que, como os jornalistas, atualmente trabalha mais pelo amor do que pelo dinheiro. Como eles ficam? Que veículo de comunicação vai se “atrever” a cumprir o papel de informar a sociedade e dar uma matéria realmente ouvindo os dois lados dessa greve que já dura quase 40 dias?




A mídia e as demandas LGBT – o que falta?

30 06 2009

No dia 14 de junho deste ano aconteceu a Parada do Orgulho Gay de São Paulo, maior do país, que reuniu cerca de três milhões de pessoas pelas ruas da capital. O tema de 2009 foi “Sem Homofobia, Mais Cidadania Pela Isonomia dos Direitos!” e foram recolhidas assinaturas pela aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 122, de 2006, que criminaliza a homofobia em âmbito nacional. Também foram comemorados os 40 anos do levante de Stonewall, nos Estados Unidos (1969).

As informações para esse primeiro parágrafo eu retirei de um texto do Terra, publicado na seção “Você Repórter”, na qual pessoas que não são jornalistas enviam seus textos e fotos, colaborando com as notícias do portal. Mas, onde quero chegar com isso, afinal? Quero chegar no fato de que, entra ano e sai ano, a grande mídia continua ignorando solenemente as reinvidicações da população LGBT, relegando-as aos dias da Parada do Orgulho Gay.

Depois de fazer uma rápida pesquisa via internet, achei dois tipos de resultados para a query “Parada do Orgulho Gay SP 2009”: notícias de veículos direcionados ao público LGBT, que falam dos aspectos sociais e políticos por trás da festa, e as notícias de veículos maiores e mais conhecidos, falando sobre as cores, a festa, a enorme quantidade de pessoas presentes, as drags e a agressão que levou à morte um homem de 35 anos.

É fato que um acontecimento como a morte do homem deve ser noticiado por todos – mas, porque não noticiar isso e já fazer uma retranca com os vários casos de homossexuais vítimas de violência e mortos Brasil afora? De acordo com pesquisa do Grupo Gay da Bahia, esses somaram 190 em 2008. Omitir essa ligação passa a impressão de que a violência contra homossexuais é um fato pontual, restrito às aglomerações. E não é.

Não podemos esquecer da violência cometida contra a cidadania da população LGBT – outra que conta com a conivência da grande mídia. Alguém aí se lembra de ter visto, em meio à profusão de cores da bandeira do arco-íris e das drags, alguma coisa a respeito das reinvidicações dessa população junto ao congresso? Alguém aí viu / leu / ouviu alguma entrevista séria com os organizadores da parada sobre a luta pela união civil, pela criminalização da homofobia ou pela adoção de crianças por casais do mesmo sexo? Pois é.

Mostrar essas questões à população é importante para que as pessoas possam se livrar de tantos preconceitos e estereótipos que ainda persistem, mas é uma luta árdua conseguir essa exposição em mídias que não sejam segmentadas. Exemplo: uma vez, conversando com um amigo meu que trabalha em um grande jornal de Minas, sugeri algumas pautas a respeito das atitudes homofóbicas dentro de uma grande instituição de ensino de BH. Ele ouviu, pediu informações e contatos, mas já adiantou que seria muito difícil fazer, porque o jornal “barra mesmo esses assuntos”.

Como jornalista eu não esperava nada muito diferente, mas, como cidadã, ainda tinha alguma esperança de que o dever de informar para o bem da sociedade prevalecesse sobre os preconceitos. No entanto, os grandes jornais e TVs ainda insistem em reduzir a luta pelo respeito aos direitos de cidadania de milhares de brasileiros a uma bandeirona estendida pela avenida Paulista e a drag queens coloridas e sorridentes.





Eu, jornalista sem diploma – o dia seguinte

19 06 2009

Juro que esta será minha última lamúria sobre a queda da exigência do diploma para o exercício do Jornalismo. Não porque esteja menos chocada, ultrajada (como bem mostrei no blog da Lívia Dutra) ou desamparada, mas sim porque não tenho lá tantos argumentos além dos passionais e econômicos – e porque agora é hora de traçar novas estratégias para tentar voltar para a minha área, a Comunicação.

Pois é, confesso que estou trabalhando fora da área. Não direi onde nem no quê, pois ainda me custa muito admitir isso e me acostumar com a nova situação, totalmente diferente dos meus últimos quatro anos . Enfim. Fato é que, depois da decisão do STF, senti que voltei à estaca zero, como se estivesse recém-saída do ensino médio. Em branco.

Depois do desespero, da vergonha e da perplexidade de ontem, comecei a pensar no que poderia fazer para amenizar as coisas e não acabar no limbo das eternas viúvas. Primeiro, vou terminar a pós-graduação, não posso ficar sem (mais) esse diferencial. Depois, penso em fazer um novo curso superior: quem sabe Letras ou Secretariado, minhas primeiras opções fora da área de Biológicas (eu já quis ser veterinária e biológa, esqueceu?). Ou mesmo Administração ou, em última hipótese, Direito.

Mas, mesmo com todas essas possibilidades, sabe qual é o grande problema, maior que o valor de um novo curso superior, maior que o tempo que isso me tomaria? O problema é que eu gosto de ser jornalista. Nos quatro anos que passei na faculdade aprendi a gostar de usar meu texto para prestação de serviço, aprendi a gostar de teorias e de aplicar técnicas a favor disso. Assim, não consigo me ver engenheira ou advogada, consigo, no máximo, me ver em outro curso da área de Comunicação.

Virar Relações Públicas? Não sei, nunca me atraiu muito o lado de gestão da Comunicação. Pensei em Publicidade ou Design; mas eles também não têm regulamentação, conselho, nem nada! No entanto, todas estas profissões têm uma vantagem: o STF e os lobbys das grandes empresas de comunicação não implicam com RP’s, publicitários nem designers… mas isso é assunto para um outro post, num outro dia.





Aparecendo na Comunicação

20 05 2009

A entrada de novos profissionais na Comunicação costuma acontecer com muita frequência por meio do famoso QI – “Quem Indica”. Isso é cada vez mais comum e deveríamos nos acostumar, mas não consigo deixar de lado duas reflexões a respeito.

A primeira é de que isso é interessante, uma vez que um profissional indicado traz certa segurança para a empresa, a partir do momento em que veio referenciado por alguém que já é conhecido na organização. Isso reduz o tempo gasto no processo de seleção, o que ajuda o candidato selecionado, que entra mais rápido na empresa e ajuda bastante o empregador, que consegue seu novo funcionário sem recorrer a anúncios no jornal e análise de centenas de currículos.

Mas temos a segunda: e quanto a quem não tem quem o indique? O mercado está cheio de pessoas a procura de emprego. Existe a máxima de que quem é bom sempre está empregado, mas, nem sempre é assim – principalmente com o advento da (nova) crise mundial.

Eu mesma conheço muitos profissionais bons que estão sem trabalhar. Enviam currículos, se cadastram em sites, procuram nos classificados, investem em cursos… mas seu networking não é forte. Dessa forma, elas continuam à procura e as empresas também, um sem ver o outro.

O que fazer? Como provar que seu trabalho é bom, se você não tem quem possa falar dele dentro das empresas? E como saber quais empresas precisam de novos profissionais, se elas contam com as indicações de quem já está lá? Pior que dizem que as empresas nem se dão ao trabalho de olhar o que chega pelo link “Trabalhe Conosco” de seus sites…

Idéias?

Não há muito o que fazer, a não ser criar esse networking, então. Pelo que vi ao longo da minha carreira, o ideal é começá-lo ainda na faculdade, se mostrando interessado e conversando com professores, com outros alunos e até mesmo com funcionários da faculdade – os dos laboratórios costumam saber de freelas nas áreas técnicas.

Se você não fez isso na graduação, faça agora. Espalhe para seus amigos que você está em busca de novas oportunidades, crie um blog e divulgue-o, faça um perfil no Twitter, nas principais redes sociais – como o Linked In e o Facebook, muito em voga atualmente -, participe de grupos de profissionais da sua área e interaja bastante, sempre com conteúdo interessante e opiniões bem embasadas. Se você fez um blog, acrescente o link em sua assinatura de e-mail e em seu currículo e tenha paciência. Essas opções não garantem um emprego a jato, mas já são passos importantes, pois é preciso começar.

Outra coisa, essa vinda da experiência pessoal: tenha cara-de-pau. Perguntar não ofende, então, se você tem a oportunidade, encha-se de coragem e aborde um palestrante ao final de uma palestra ou pergunte se naquela empresa precisam de um estagiário ou de um novo jornalista (ou publicitário, ou RP…) – a resposta pode te surpreender e a iniciativa costuma ser vista como uma atitude empreendedora.

Uma última: não dispense oportunidades. É impressionante, mas muitas vezes aquele anúncio pequeno no jornal ou aquele estágio (ou freela) que paga pouco podem trazer surpresas ótimas e portas enormes, esperando quem se arrisque. Pense no seguinte: é mais fácil ser visto estando empregado do que à procura.








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