Todas queremos ser a mãe do comercial

10 10 2015

amamentacaoQuando meu filho nasceu, ele mamou assim que o colocaram nos meus braços, ainda dentro da sala de parto.

Foi um momento inesquecível em que eu senti toda a felicidade e toda a dimensão do que era ser mãe. Horas depois, já limpo e vestido, ele veio para o quarto e mamou de novo, aumentando ainda mais a minha sensação de plenitude. Era como se meu corpo tivesse nascido para aquilo, foi tão natural que em nenhum momento parei para pensar na mecânica da coisa: ela simplesmente acontecia, naturalmente, e  o encaixe era perfeito.

E assim seguiu a experiência, cada dia mais enriquecedora e nos aproximando ainda mais. Ele mamou até os oito meses no peito, exclusivamente, e nenhum de nós nunca teve nenhum problema. Eu tinha muito leite e adorava amamentar. Eventualmente, até guardava o excedente para doar para um banco de leite, o que tornava tudo ainda mais gratificante. Ainda quando voltei a trabalhar, deixava já várias mamadeiras com meu leite para ele.

Minha dedicação em amamentar e a saúde do meu filho eram elogiadas por todo mundo – por isso eu digo: só é mãe de verdade quem amamentou. Continue lendo »





Não seja o mais f*dido e nem o mais foda

20 12 2013
Quem dera fosse Banco Imobiliário... quem dera!

Quem dera fosse Banco Imobiliário… quem dera!

As pessoas jogam jogos. O tempo todo. E eu não estou falando do War, Perfil, Banco Imobiliário, Imagem & Ação ou Jogo da Vida, mas sim desses joguinhos chatos que nos fazem perder a fé uns nos outros, ter preguiça de dar chance a alguém novo ou preferir fingir que o celular tocou a continuar aquela conversa.

Mas tem um desses jogos que, na minha opinião, é um dos mais chatos e mais jogados por aí: o Jogo do Mais F*dido.

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James Bond, o traíra educador

14 02 2013

Qual a relação entre o agente 007 e a criação de meninos hoje em dia? Eu achei uma.

JAMES_BOND_TRAIRA

Sou fã de James Bond e há algum tempo comprei uma caixa com 23 filmes dele (minha melhor aquisição dos últimos anos, diga-se de passagem). Meu filho de oito anos, curioso, me perguntou tudo que pode sobre o agente mais famoso do mundo e quis assistir os filmes comigo. De férias em casa, fui selecionando os que eu considerava mais “leves” e assistíamos a noite.

Um dia ele escolheu “007 contra o Homem com a Pistola de Ouro” e foi ver com o avô. Relaxei – “esse é um dos filmes mais tranquilos do 007”, pensei – e fui ler no meu quarto. No entanto, qual não foi a minha surpresa quando ele entrou p* da vida porta adentro gritando Continue lendo »








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