Meu remédio tem duas rodas

6 10 2014

Mas que coisa feia a minha: quase dois meses já e vocês não foram ainda formalmente apresentados à Sora. Sora, leitores; leitores, Sora.

Sora é minha bicicleta.

Esta é Sora. Prazer.

Esta é Sora. Prazer.

Há muito tempo eu queria comprar uma bicicleta e ter uma atividade para alternar com a corrida e, depois que mudei, meu objetivo passou a ser também substituir os ônibus nos meus deslocamentos – especialmente o que vai para a casa dos meus pais, que, nos finais de semana, leva até 50 minutos para aparecer (enquanto, pedalando, eu faço o trajeto em 30). É, e eu, tão pragmática e racional, quis dar um nome à bicicleta. Ela não tem nada de Sora, é, na verdade, quase toda Claris, mas achei Sora um nome mais forte e mais diferente, então o adotei assim mesmo.

[Claris e Sora são conjuntos de partes compostos por câmbio, pedivela, freios e outras coisas – não entendeu? Então clique aqui para conhecer as partes de uma bicicleta, aqui para ver o que é um grupo Claris e aqui para ver o que é um grupo Sora]

Sora é uma Caloi Sprint 10 2014, um modelo speed, como eu sempre quis. Ela tem quadro de alumínio, garfo de carbono e não foi feita para ser confortável e nem para terrenos ruins, é uma máquina leve e aerodinâmica que visa velocidade e desempenho, ideal para estrada e pistas lisas, para correr mesmo. A escolha foi um prato cheio para muitas pessoas me gongarem e rogarem pragas de que eu não ia durar nem uma semana com ela, que eu deveria comprar uma bicicleta de passeio, botar uma cesta nela e… passear. Só que eu queria mais de uma bicicleta. Correr nunca foi muito o meu objetivo, posto que sou medrosa pra caramba, mas eu também queria atividade física, design e realizar meu sonho. Continue lendo »





James Bond, o traíra educador

14 02 2013

Qual a relação entre o agente 007 e a criação de meninos hoje em dia? Eu achei uma.

JAMES_BOND_TRAIRA

Sou fã de James Bond e há algum tempo comprei uma caixa com 23 filmes dele (minha melhor aquisição dos últimos anos, diga-se de passagem). Meu filho de oito anos, curioso, me perguntou tudo que pode sobre o agente mais famoso do mundo e quis assistir os filmes comigo. De férias em casa, fui selecionando os que eu considerava mais “leves” e assistíamos a noite.

Um dia ele escolheu “007 contra o Homem com a Pistola de Ouro” e foi ver com o avô. Relaxei – “esse é um dos filmes mais tranquilos do 007”, pensei – e fui ler no meu quarto. No entanto, qual não foi a minha surpresa quando ele entrou p* da vida porta adentro gritando Continue lendo »








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